O Banco Central atualizou o Sistema de Valores a Receber: ainda há R$ 5,6 bilhões à espera de resgate em bancos e administradoras, de mais de 23 milhões de brasileiros.
Vinte e três milhões de pessoas com dinheiro parado num sistema público e gratuito não é falta de acesso, é falta de repertório: ninguém resgata o que não sabe que existe. É o mesmo vão que o Diagnóstico de Proficiência Financeira da RBI (rbi.app.br/proficiencia/financeira/) mede antes de oferecer produto, porque quem não consulta o próprio saldo esquecido também não compara custo de crédito.
O diagnóstico mostra em qual frente está a maior lacuna: orçamento, dívida, crédito ou patrimônio.
A pergunta que mais aparece não é quanto custa o empréstimo, é se ele era necessário. O diagnóstico não vende produto: ele mostra onde está a sua maior lacuna, e é gratuito.
O artigo mostra como separar o dinheiro em caixinhas mentais leva a família a se endividar.
O erro é tratar o décimo terceiro como dinheiro diferente do salário e gastá-lo antes de olhar a dívida cara que está rodando. Dinheiro não tem nome, e enquanto existir saldo no rotativo qualquer sobra vale mais pagando ele do que rendendo em aplicação. Some tudo numa linha só uma vez por mês, e a decisão fica óbvia.