Mobile Time · 29 de outubro de 2026
WhatsApp e provedores de soluções de negócio começaram a testar preço dinâmico para mensagens de marketing, segundo o Mobile Time.
A leitura da RBISe o preço por mensagem deixa de ser fixo, o custo de aquisição via WhatsApp muda de previsível para variável, e isso reabre o orçamento de quem usa o canal como principal linha de contato com lead. Quem depende de disparo em massa por WhatsApp deve simular cenário de preço por faixa de horário e volume antes do próximo ciclo de campanha.
Convergencia Digital · 22 de outubro de 2026
A Claro lançou uma plataforma B2B de atendimento ao cliente dentro do WhatsApp com IA integrada.
A leitura da RBIA decisão trata o WhatsApp como canal de produto, não só de suporte, e empurra o atendimento para dentro do app que o cliente já usa. Para quem decide martech, o investimento em canal próprio de atendimento perde prioridade frente a plataformas que entregam o mesmo resultado dentro de um canal que o usuário não precisa instalar.
Mobile Time · 16 de outubro de 2026
A Ri Happy substituiu parte do atendimento humano por um agente de IA no WhatsApp e elevou a conversão de 4% para 70%.
A leitura da RBIO salto de conversão reclassifica o agente conversacional como funil de vendas primário, não periférico de atendimento. Varejistas que vendem por WhatsApp devem revisar essa frente como decisão comercial, com meta de conversão, e não só como projeto de redução de custo de suporte.
Mobile Time · 16 de outubro de 2026
A Salvy lançou uma ferramenta de IA voltada à gestão de linhas móveis para o mercado B2B.
A leitura da RBIA aposta num nicho operacional específico, gestão de linha móvel corporativa, mostra que ferramenta interna de operação está virando produto vendável com IA. Fornecedores de telecom B2B devem olhar esse nicho como espaço em disputa, e não mais como tarefa administrativa commoditizada.
Mobile Time · 9 de outubro de 2026
A ClickBus passou a usar um agente de IA que cria campanhas de marketing, segundo a empresa, 300 vezes mais rápido que o time humano.
A leitura da RBIA métrica relevante não é velocidade de criação, é quem aprova a campanha antes de ir ao ar. Empresa que adota agente de criação precisa redesenhar o checkpoint humano no funil, porque o gargalo deixou de ser produção e passou a ser revisão.
TI Inside · 9 de outubro de 2026
A Leroy Merlin decidiu usar IA e dados para personalizar a jornada do consumidor e integrar canais de venda.
A leitura da RBIA integração de canais via IA é decisão de arquitetura de dados antes de ser decisão de marketing: exige base de cliente única atravessando loja física e digital. Varejista que ainda trata canal como silo de dado não reproduz esse resultado só adicionando IA por cima.
NeoFeed · 22 de setembro de 2026
A Leroy Merlin passou a monitorar como clientes chegam à loja pesquisando em assistentes de IA como ChatGPT, Gemini e Perplexity, em vez de buscar diretamente no Google, segundo o NeoFeed.
A leitura da RBIO cliente que pergunta para uma IA em vez de buscar no Google já mudou a régua do marketing, e quem mede isso primeiro decide antes da concorrência onde investir em visibilidade. É bastidor de mercado, não tendência distante: já está mudando o funil de quem vende para o consumidor final.
TI Inside · 11 de setembro de 2026
A pesquisa aponta que parte relevante dos consumidores online já recorre a assistentes de IA na hora de comprar.
A leitura da RBIQuando o cliente pergunta ao assistente em vez de pesquisar, quem aparece deixa de ser quem investiu em busca e passa a ser quem o modelo consegue descrever. O ativo vira dado estruturado sobre o próprio produto, e quem não souber explicar o catálogo em texto some dessa conversa sem ver o gráfico cair.
Portal Information Management · 10 de setembro de 2026
Dados de geolocalização passaram a ligar mídia exterior a venda, acelerando a migração de verba para esse meio.
A leitura da RBIMídia que passa a ser medida deixa de disputar orçamento pelo argumento de marca e passa a disputar por planilha. A lição é mais ampla que o meio: todo canal que conseguir provar venda vai tirar verba de quem só consegue provar alcance.
Portal Information Management · 7 de setembro de 2026
O artigo aponta que assistentes de IA passaram a mediar a escolha do consumidor entre marcas.
A leitura da RBIQuando o cliente pergunta ao assistente em vez de pesquisar, quem aparece deixa de ser quem investiu em busca e passa a ser quem o modelo consegue descrever. Isso muda o ativo: dado estruturado sobre o seu produto vale mais que verba de mídia. Quem não consegue explicar o próprio catálogo em texto vai sumir dessa conversa sem ver o gráfico cair.
TI Inside · 1 de setembro de 2026
Levantamento indica que a IA já mudou como o comprador B2B procura fornecedor, mas a confiança continua decidindo o contrato.
A leitura da RBIÉ exatamente a tese da curadoria: a busca ficou automática, a decisão não. Catálogo maior não ajuda quem precisa escolher, e quem filtra por você vale mais do que quem lista.